A baixa libido, assim como chamada da vontade sexual hipoativo no momento em que razão sofrimento ou dificuldades essenciais, é uma queixa comum em diferentes fases da existência. Ela poderá surgir na adolescência, no pós-parto, ao longo da amamentação, na perimenopausa, depois da menopausa ou em agregação a doenças, remédios, mudanças emocionais e dificuldades no relacionamento. Ainda que algumas pessoas associem automaticamente a redução do desejo à ausência de hormônios, essa não é a única razão possível. Desse jeito, a escolha de uma terapia hormonal tem que ser individualizada e feita por ginecologista, endocrinologista ou outro profissional habilitado.
As Quais terapias hormonais são indicadas para mulheres com baixa libido? (site recomendado) hormonais não são indicadas para todas as mulheres com baixa libido. Antes de prescrevê-las, é preciso investigar sintomas, histórico médico, emprego de remédios, qualidade do relacionamento, saúde mental, angústia no decorrer da conexão, secura vaginal, sono e possíveis transformações hormonais. O objetivo não é simplesmente aumentar os níveis de um hormônio no sangue, entretanto cuidar a circunstância possível e melhorar o bem-estar sexual com segurança.
A investigação começa com uma discussão detalhada. É sério saber no momento em que a vontade diminuiu, se a alteração foi repentina ou gradual, se ocorre em todas as circunstâncias e se existe sofrimento pessoal. Assim como precisam ser avaliados excitação, orgasmo, dor, lubrificação, imagem corporal, ansiedade, depressão, estresse, traumas, conflitos no relacionamento e experiências sexuais negativas.
Entre as causas médicas estão hipotireoidismo, anemia, diabetes, doenças cardiovasculares, depressão, endometriose, agonia pélvica, síndrome geniturinária da menopausa e modificações do sono. Remédios como alguns antidepressivos, anticoncepcionais hormonais, antipsicóticos, anti-hipertensivos, opioides e anticonvulsivantes também podem diminuir o desejo em determinadas mulheres.
Exames laboratoriais não são obrigatórios para todas as pacientes. São capazes de ser solicitados no momento em que há suspeita de hipotireoidismo, anemia, modificações metabólicas ou novas condições. A dosagem de testosterona, tendo como exemplo, não confirma sozinha o diagnóstico de baixa libido. Não existe um valor sanguíneo universal que defina, por si só, deficiência de testosterona em mulheres.
A testosterona é o hormônio mais estudado pro tratamento da baixa libido feminina, sobretudo em mulheres pela pós-menopausa com transtorno do desejo sexual hipoativo. Diretrizes internacionais consideram que a testosterona transdérmica poderá ser indicada, depois de avaliação clínica, quando há desejo reduzido persistente, desgosto filiado e inexistência de uma descrição mais adequada.
A terapia costuma ser administrada a partir de gel ou creme transdérmico em dose baixa, normalmente bastante inferior à utilizada em homens. A aplicação necessita escoltar indicação médica, pelo motivo de o emprego exagerado podes provocar efeitos adversos. No Brasil, a disponibilidade e a regulamentação das formulações variam, e produtos manipulados precisam ser usados com cautela, já que são capazes de apresentar diferenças de concentração, absorção e controle de peculiaridade.
Os possíveis privilégios adicionam acréscimo do desejo, evolução da excitação, da euforia sexual e, em novas mulheres, redução do desgosto relativo à complexidade sexual. O efeito não é imediato: geralmente começa a ser percebido depois de algumas semanas, com avaliação mais completa depois de por volta de 3 a seis meses.
A testosterona não necessita ser prescrita somente para "corrigir" um exame laboratorial, acrescentar energia, prevenir envelhecimento ou promover emagrecimento. Também não há evidência bastante para induzir teu uso rotineiro em mulheres na pré-menopausa, apesar de que ocorrências específicas possam ser discutidas individualmente. O tratamento necessita ser suspenso se não houver melhoria clinicamente considerável depois de um estágio adequado, normalmente de três a seis meses.
Os efeitos nocivos relacionados ao exagero de testosterona incluem acne, oleosidade da pele, aumento de pelos no rosto e no organismo, queda de cabelo com padrão androgenético, variação do timbre da voz, aumento do clitóris e mudanças de humor. Algumas dessas alterações, sobretudo engrossamento da voz e aumento do clitóris, são capazes de ser irreversíveis. Doses elevadas assim como são capazes de afetar o colesterol e acrescentar riscos metabólicos, se bem que os dados de segurança a longo prazo ainda sejam limitados.
Ao longo do tratamento, o médico poderá avaliar sintomas, checape físico e níveis de testosterona total, evitando que ultrapassem a faixa esperada para mulheres adultas. Bem como poderá ver de perto perfil lipídico, função hepática e outros parâmetros conforme o histórico da paciente. A testosterona deve ser evitada ou cuidadosamente considerada em mulheres com câncer de mama ou de endométrio dependente de hormônios, doença hepática ativa, histórico de eventos cardiovasculares relevantes, hiperandrogenismo não esclarecido ou alto risco de efeitos androgênicos.
O estrogênio sistêmico, administrado por comprimidos, adesivos, géis ou algumas formas, não é uma terapia específica pra baixa libido. No entanto, poderá acudir mulheres na perimenopausa ou pela pós-menopausa que apresentam sintomas vasomotores, como ondas de calor e suores noturnos, além de secura vaginal, aflição nas relações e diminuição do desejo relacionada à queda estrogênica.
A melhoria da libido ocorre principalmente de modo indireto. Ao restringir sintomas da menopausa, aprimorar o sono, aliviar a secura e apagar a agonia, o estrogênio podes favorecer o conforto e a resposta sexual. Em novas mulheres, a vontade melhoria no momento em que a conexão deixa de ser dolorosa e o bem-estar geral aumenta. No entanto, o estrogênio sistêmico não deve ser iniciado exclusivamente pra aumentar a libido sem outra indicação clínica.
Mulheres que ainda têm útero e utilizam estrogênio sistêmico geralmente precisam juntar um progestagênio, que protege o endométrio contra hiperplasia e câncer. Mulheres submetidas à retirada do útero conseguem, em diversos casos, utilizar estrogênio isolado, conforme avaliação médica. A seleção entre comprimido, adesivo ou gel depende de idade, sintomas, traço cardiovascular, histórico de trombose, preferência e presença de novas doenças.
A terapia hormonal da menopausa talvez seja considerada pra sintomas moderados ou intensos, especialmente quando iniciada em mulheres com menos de sessenta anos ou até dez anos depois da menopausa, desde que não existam contraindicações. Não necessita ser utilizada pra precaução primária de doenças cardiovasculares ou demência. O tratamento tem que usar a menor dose capaz pelo tempo fundamental, com reavaliações periódicas.
Entre as contraindicações ou situações que exigem cautela estão câncer de mama ou outro câncer dependente de estrogênio, sangramento vaginal sem investigação, trombose venosa ou embolia pulmonar prévias relacionadas a hormônios, acontecimento vascular cerebral, doença arterial coronariana, doença hepática interessante e alto traço cardiovascular. A decisão deve ser individualizada, uma vez que o perfil de traço muda conforme idade, rua de administração, dose e tempo de uso.
O estrogênio vaginal em baixa dose é uma das terapias mais eficazes para secura vaginal, ardor, irritação, dor na penetração e sintomas urinários relacionados à menopausa. Poderá ser localizado em creme, comprimido, óvulo ou anel vaginal, conforme a disponibilidade lugar.
Sua ação é predominantemente recinto, melhorando a espessura, a elasticidade e a lubrificação dos tecidos genitais. Ao cortar a dor, poderá favorecer para a recuperação do desejo, principalmente no momento em que a baixa libido está associada à síndrome geniturinária da menopausa. Assim como este o estrogênio sistêmico, ele não é um estimulante sexual direto.
A absorção para a circulação costuma ser baixa, de forma especial com doses reduzidas, e algumas mulheres não precisam de progestagênio adicional. Mesmo em vista disso, cada sangramento vaginal após a menopausa deve ser comunicado e investigado. Em pacientes com histórico de câncer de mama, a utilização necessita ser discutida com ginecologista e, no momento em que fundamental, com o oncologista. Em geral, recomenda-se tentar primeiro hidratantes vaginais regulares e lubrificantes no decorrer das relações, entretanto o estrogênio local pode ser considerado quando esses recursos não bastam.
A prasterona, bem como conhecida como DHEA, é um hormônio precursor utilizado por avenida vaginal em alguns países pro tratamento da aflição associada à relação sexual decorrente da atrofia vulvovaginal. Dentro da vagina, ela é convertida em pequenas quantidades de estrogênios e andrógenos, contribuindo pra avanço da lubrificação e da peculiaridade dos tecidos.
Seu principal benefício é aliviar a angústia e o incômodo, e não acrescentar diretamente o desejo. Sendo assim, pode ser benéfico no momento em que a perda de libido é decorrência de relações dolorosas. A disponibilidade no Brasil poderá diversificar, e a indicação precisa respeitar aprovação regulatória e avaliação médica. Ainda são necessários mais detalhes a respeito de segurança em mulheres com histórico de câncer hormônio-dependente.
A tibolona é um medicamento sintético com atividade estrogênica, progestagênica e androgênica, utilizado em alguns países pra sintomas da menopausa. Pode melhorar ondas de calor, secura vaginal e, em definidas mulheres, interesse sexual. O possível efeito sobre a libido está relativo à combinação de ações hormonais e à melhora de sintomas geniturinários.
No entanto, a tibolona não é apropriada pra todas as pacientes. Podes ampliar o traço de acaso vascular cerebral em mulheres mais velhas e não precisa ser usada por pessoas com câncer de mama ligeiro ou histórico de determinadas neoplasias, trombose, doença hepática ou sangramento vaginal inexplicado. Assim como pode causar sangramento irregular, dor abdominal, acne, acrescento de pelos e transformações no colesterol. A alternativa necessita levar em conta alternativas mais seguras e o perfil individual de risco.
Anticoncepcionais hormonais não são considerados tratamento modelo pra baixa libido. Em novas mulheres, ao controlar agonia pélvica, endometriose, sangramento abundante ou pânico de gravidez, são capazes de melhorar indiretamente a existência sexual. Em novas, todavia, podem cortar o desejo, principlamente no momento em que eliminam a testosterona livre ou provocam efeitos colaterais como secura vaginal, alterações de humor e desconforto.
Quando a perda do desejo começou após o início de um anticoncepcional, o médico pode avaliar troca de recurso, ajuste da formulação ou exercício de uma escolha não hormonal. A interrupção não tem que ser feita sem orientação quando há indispensabilidade de contracepção ou tratamento de outra situação.
Não há recomendação resistente para usar estrogênio em altas doses, injeções de testosterona, implantes hormonais, "chips da beleza" ou combinações manipuladas com doses não padronizadas para cuidar baixa libido. Essas abordagens podem gerar níveis hormonais excessivos e dificultar o monitoramento, além de estarem associadas a riscos como acne, queda de cabelo, alterações da voz, acrescentamento do clitóris, alterações no colesterol e eventos cardiovasculares.
Bem como não se recomenda o uso de hormônio do crescimento, DHEA oral ou suplementos vendidos como "estimulantes hormonais" pra esse encerramento sem indicação específica. Produtos naturais conseguem interagir com medicamentos, não ter controle adequado de peculiaridade e expor riscos inexplorados. A ausência de prescrição não significa inexistência de efeitos hormonais.
Ainda que há indicação de hormônio, o tratamento costuma ser mais competente quando combinado a medidas não hormonais. Lubrificantes à apoio de água ou silicone conseguem reduzir o atrito; hidratantes vaginais usados regularmente ajudam a preservar a umidade; fisioterapia do assoalho pélvico pode ser vantajoso em casos de agonia ou contração involuntária; e psicoterapia sexual pode tratar ansiedade, baixa autoestima, traumas e dificuldades de comunicação.
A terapia cognitivo-comportamental, a terapia de casal e a educação sexual conseguem melhorar desejo, excitação e euforia. Sono adequado, atividade física, controle de doenças crônicas, diminuição do consumo excessivo de álcool e revisão de remédios também são importantes. Em várias mulheres, dificuldades de relacionamento ou sobrecarga doméstica têm encontro superior a respeito da libido do que cada variação hormonal.
O intuito precisa ser melhorar o desejo e suprimir o sofrimento, não atingir um número específico em exames. A resposta varia entre as pacientes e podes ser parcial. O médico deve definir metas realistas, esclarecer riscos e reavaliar a inevitabilidade de manter o tratamento.
Depois do início de uma terapia hormonal, é significativo informar acne intensa, desenvolvimento exagerado de pelos, queda de cabelo, mudança da voz, acrescentamento do clitóris, sangramento vaginal, dor no peito, inexistência de ar, inchaço numa perna, aflição de cabeça súbita ou modificações neurológicas. Estes sinais podem demandar interrupção ou investigação imediata.
Em resumo, a testosterona transdérmica em baixa dose é a terapia hormonal com melhor evidência pra baixa libido persistente em mulheres pós-menopáusicas cuidadosamente selecionadas. O estrogênio sistêmico pode ser proveitoso quando existem sintomas gerais da menopausa, sempre que o estrogênio vaginal e a prasterona são particularmente relevantes pra secura e agonia genital. A tibolona pode ser ponderada em circunstâncias específicas, no entanto possui contraindicações e não é uma opção universal.
A decisão tem que sempre ser tomada depois de diagnóstico adequado, discussão de proveitos e riscos e acompanhamento regular. A baixa libido é uma circunstância multifatorial; deste modo, tratar apenas os hormônios, sem abordar angústia, saúde emocional, medicamentos, sono e relacionamento, frequentemente produz resultados limitados. Consultar um profissional de saúde é o trajeto mais seguro pra discernir a razão e escolher a estratégia mais adequada.